terça-feira, 5 de novembro de 2013

Voltando a escrever


É como andar de bicicleta.
 Acho que quando você começa com o vicio de escrever aquilo fica em você. Como uma marca, uma queimadura. Não. Não uma queimadura porque da a impressão de algo nocivo. Mas algo bom, que te adiciona de forma tão simbiótica que a vida sem ela se torna impossível de  se conceber.
Não consigo passar o como isso é importante para mim sem ser no minimo redundante. Mas vou tentar: É como uma língua, a primeira língua. A que faz com que sua mente cruze da não comunicação com o mundo para as maravilhas que vem depois. E que agora, já tendo aprendido, é impossível pensar sem passar por ela. E simplesmente assim você está viciado na magia da escrita.
Que conste nos autos que em momento algum eu me coloco como um bom escritor. Não, longe disso. Mas me coloco como um amador que adorou aprender que com o simples conhecimento do português vem junto a capacidade de descrever mundos e discorrer historias que não precisam ser limitadas por quase nada.
Se o leitor entende, qualquer texto se torna valido.

 "Pode ser escrito assim."

podi ser excrito assim. Se você for carioca principalmente

ou
         assim
                     se algo
                             te deixou para baixo.

Ou Quem Sabe Assim, Se Te Parece Bonito.

Não importa o como sua mente queira liberar sua criatividade, contanto que ela faça da maneira que passe ao leitor aquilo que ela pretende passar. E falo isso da forma mais geral possível, porque nem todos os textos são feitos para ser entendidos. Alguns são escritos simplesmente para ser escritos.
Esse texto é um bom exemplo: nesse exato segundo ele está sendo feito sem nenhuma ambição de crescimento. Nenhum objetivo em especial, se não rever a minha capacidade de usar as palavras para passar mensagens. E nas próximas seis linhas, quando eu já tiver sentindo que retirei ferrugem o suficiente dos dedos e da mente, esse texto vai acabar. Tão sem objetivo quanto começou. Eu realmente amo isso sobre escrever, então repetirei. O escritor é, e para sempre será, livre. Esteja ele digitando uma carta, inventando uma musica, ou arranjando palavras bonitas para sussurrar no ouvido de alguém. Ele é livre para fazer da sua criação o que quiser. E eu simplesmente não quero fechar esse texto de maneira adequad
                                   
                             

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